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Mapear minha operação

Desenvolvimento de software sob medida

Desenvolvemos sistemas internos, portais com login para clientes e parceiros, integrações com o ERP e o CRM e MVPs. O projeto anda em entregas que você testa e aprova, e o sistema continua com a mesma equipe depois do lançamento.

A primeira conversa é sem custo e serve para entender o problema, quem vai usar o sistema e o que já existe.

Exemplo ilustrativo Portal do cliente de uma distribuidora · pedidos, boletos e chamados
  1. Módulo 01Acesso

    Supermercado Paraísoperfil Compras · login único

    • Pedidos
    • Financeiro
    • Chamados

    Ligado a: base de usuários

  2. Módulo 02Pedidos

    • PV 20481faturado
    • PV 20493em separação
    • PV 20497aguardando análise de crédito

    Ligado a: ERP

  3. Módulo 03Financeiro

    • BoletoPV 20481 · vence em 03/11
    • NF-e58.214 · PDF e XML

    Ligado a: ERP

  4. Módulo 04Chamados

    • Chamado 3318item avariado · aberto

    Ligado a: CRM

  • Base de usuáriosQuem entra e com que perfil
  • ERPPedidos, notas e boletos
  • CRMAtendimento e histórico do clienteChamado 3318 registrado

Exemplo ilustrativo: um portal com login para os clientes de uma distribuidora. Cada módulo é ligado a um sistema que a empresa já usa: os pedidos e os boletos vêm do ERP, e os chamados abertos no portal vão para o CRM.

O que é desenvolvimento de software sob medida

Desenvolvimento de software sob medida é a criação de um sistema para um processo ou um público específico da empresa, quando nenhuma ferramenta pronta atende sem adaptações caras. O projeto inclui o desenho das telas e das regras, as integrações com os sistemas que a empresa já usa, os testes, a publicação e a sustentação depois do lançamento.

Na Digital Pixel, o projeto começa por quem vai usar o sistema e pelo que ele precisa resolver, e só então escolhemos a tecnologia. Para conteúdo, portais e intranets, costuma ser o WordPress, uma das nossas especialidades; para os outros sistemas, a base sai do projeto. Desenvolvemos sites e software desde 2010 e seguimos responsáveis pelos sistemas depois que eles entram no ar.

O que desenvolvemos

Quatro tipos de projeto, que muitas vezes aparecem juntos: um portal com login quase sempre precisa de integração com o ERP, e um MVP que funciona costuma virar sistema.

  • Sistemas sob medida

    Ferramentas internas para um processo que nenhum sistema de mercado atende do jeito certo: cadastros com regras próprias, fluxos de aprovação e painéis que juntam dados de vários sistemas.

    • Painel de pedidos com exceções
    • Cadastro com aprovação em etapas
    • Relatório que junta ERP e CRM
  • Áreas restritas e portais com login

    Portais para clientes, fornecedores, parceiros ou equipes, com login único, perfis de acesso e os dados de cada um vindos dos sistemas da empresa. Intranets entram aqui.

    • Portal do cliente
    • Portal do fornecedor
    • Intranet com login único
    • Área do aluno
    Veja a Intranet FSFX nos cases
  • Integrações com ERP e CRM

    A informação passa entre o ERP, o CRM, o banco e os sistemas legados, por API quando ela existe. Muitas vezes a integração resolve sem tela nova.

    • Pedido do CRM criado no ERP
    • Boletos do banco no portal
    • Usuários sincronizados com o diretório da empresa
    Integração de sistemas
  • MVP

    A primeira versão de um produto, com o mínimo para validar a ideia com usuários reais antes de investir no produto inteiro.

    • Cadastro, uso e retorno do usuário num fluxo só
    • Painel para medir o uso
    MVP Lab: da ideia ao protótipo em 30 a 45 dias

Sob medida, pronto, configurado ou integrado: quando cada um resolve

Desenvolver um sistema é uma das quatro respostas possíveis, e nem sempre a melhor. A escolha depende do processo e de quem vai responder pelo sistema depois do lançamento.

Quatro caminhos para um sistema: o que cada um resolve, onde para, quando escolhemos e um exemplo
O que resolveOnde paraQuando escolhemosExemplo
01Ferramenta pronta Um processo comum a muitas empresas, do jeito que a ferramenta foi pensada Quando o processo precisa mudar para caber nela, ou quando os dados ficam presos no fornecedor O processo é padrão de mercado e a ferramenta cobre o que importa Um CRM de mercado para o funil de vendas
02Configurar o que já existe Campos, status e fluxos dentro do ERP ou do CRM que a empresa já usa No limite do que o fornecedor deixa configurar, e a cada atualização dele A regra cabe no sistema atual e alguém da equipe cuida da configuração Um status novo para o pedido no ERP
03Integração A informação passa de um sistema para outro sem alguém copiar Quando falta uma tela para alguém decidir, ou quando o dado não existe em sistema nenhum As ferramentas resolvem, mas o mesmo dado é digitado em dois lugares Pedido fechado no CRM criado direto no ERP
04Software sob medida O processo ou o público que nenhuma ferramenta atende sem adaptação cara Custa mais para começar e precisa de alguém responsável depois do lançamento O processo faz parte do que diferencia a empresa, clientes entram com login ou a decisão depende de dados de vários sistemas Portal do cliente ligado ao ERP

Desenvolva sob medida quando

  • O processo faz parte do que diferencia a empresa e teria de mudar para caber numa ferramenta pronta.
  • Clientes, fornecedores ou parceiros precisam entrar com login e ver os próprios dados.
  • A informação de que alguém precisa para decidir está espalhada em dois ou mais sistemas.
  • As adaptações numa ferramenta pronta já custam mais do que ela entrega.

Antes de desenvolver, veja se outro caminho resolve quando

  • O processo é igual ao de muitas empresas, como folha de pagamento, contabilidade ou e-mail marketing.
  • A ferramenta pronta cobre o que importa, e o resto é preferência.
  • O problema é o mesmo dado digitado duas vezes: aí a resposta costuma ser integração.
  • Ninguém na empresa vai responder pelo sistema depois do lançamento.

Quando uma ferramenta pronta resolve, a recomendação é usá-la, e dizemos isso já na primeira conversa.

Quando a resposta de um processo é um software novo

No redesenho de um processo, cada etapa vai para um caminho: eliminar, simplificar, manter com pessoas, automação, integração, software, IA ou agente com humano no loop. Software entra quando falta uma ferramenta que o processo precisa e que ainda não existe.

No exemplo do pedido B2B, a integração, a IA, a regra e o agente resolvem a maior parte do trabalho. O que sobra é decisão de alguém, e para isso falta uma tela. O painel de exceções mostra só os pedidos que precisam de uma pessoa, lê os dados do ERP e do CRM e registra cada decisão.

Exemplo ilustrativo Pedido B2B · depois do redesenho
  1. 01Os pedidos de e-mail e WhatsApp entram numa fila sóIntegração
  2. 02A IA lê o pedido e preenche os camposIA
  3. 03A regra confere preço e estoque e marca as diferençasAutomação
  4. 04Imprimir o pedido para o gerente assinar (etapa cortada)Eliminar
  5. 05O agente reúne o histórico do cliente e propõe a liberaçãoAgente
  6. 06Quem tem alçada decide, com a proposta e a evidência na telaAprovação humana
  7. 07O time comercial negocia prazo com o clientePessoas
  8. 08Um painel mostra só os pedidos que precisam de alguémSoftware

Pedidos que precisam de alguém

Painel de exceções do pedido B2B: cada pedido, o motivo, com quem está e a etapa de onde veio
PedidoMotivoCom quemVeio da etapa
PV 20497 Fora da política de crédito; o agente propôs liberar com o histórico do cliente Aguardando quem tem alçadaAprovado por quem tem alçada · registrado às 14:32 05 e 06
PV 20502 Preço diferente da tabela Com o comercial 03
PV 20509 Pedido por WhatsApp com um item que a IA não leu com segurança Na conferência 02
PV 20511 Cliente pede prazo de 60 dias Com o comercial 07

Os outros pedidos do dia seguiram sem passar por aqui. Cada decisão fica registrada com quem decidiu e quando.

Exemplo ilustrativo: o pedido B2B das páginas de IA, depois do redesenho. Cada etapa recebe um caminho, e o que precisa de alguém chega ao painel, que é o caminho "Software".

Se o problema está num processo, comece pelo diagnóstico de oportunidades, que é gratuito.

Como um projeto de software anda

Um projeto de software na Digital Pixel anda em quatro fases: descoberta, escopo e protótipo, desenvolvimento em entregas, e aceite e lançamento. Cada fase termina com algo que você vê e aprova antes de a próxima começar, e o sistema segue com a mesma equipe depois do lançamento.

  1. Fase 01

    Descoberta

    Conversamos com quem vai usar o sistema e com quem decide: o processo de hoje, os sistemas e os dados que existem, as regras e o que precisa ficar pronto primeiro. Integração com uma API que ninguém testou vira item a testar, antes do compromisso.

    Você recebe:

    • Mapa dos usuários e do processo
    • Módulos por prioridade
    • Mapa das integrações
    • Riscos e pontos a testar

    Fica para depois:

    • Telas finais
    • Orçamento fechado
    Você aprova a descoberta
  2. Fase 02

    Escopo e protótipo

    Desenhamos as telas principais e escrevemos o escopo por módulos, com o critério de aceite de cada um. Você navega pelas telas antes do desenvolvimento.

    Você recebe:

    • Protótipo navegável
    • Escopo por módulos
    • Critérios de aceite
    • Plano de entregas

    Fica para depois:

    • Código de produção
    Você aprova o escopo
  3. Fase 03

    Desenvolvimento em entregas

    Construímos módulo a módulo, com as integrações. Cada entrega vai para um ambiente de testes, e você usa a versão antes de ela seguir.

    Você recebe:

    • Versão testável a cada entrega
    • Ambiente de homologação
    • Registro do que mudou

    Fica para depois:

    • Dados reais
    Cada entrega passa pelo seu aceite
  4. Fase 04

    Aceite e lançamento

    Testamos com dados reais autorizados, migramos o que vem do sistema antigo, treinamos a equipe e publicamos.

    Você recebe:

    • Testes de aceite assinados
    • Migração de dados
    • Treinamento
    • Documentação técnica
    • Sistema no ar

    Fica para depois:

    • Sustentação e evolução
    Aceite final

Depois do lançamento, o sistema continua com quem o construiu

Um sistema no ar continua pedindo trabalho. As bibliotecas que ele usa recebem atualizações de segurança, o ERP do outro lado da integração muda de versão e a operação pede ajustes. A sustentação cuida disso em três frentes, com escopo e SLA em contrato.

  • CorretivaFalhas corrigidas, com a causa registrada.
  • PreventivaAtualizações de segurança, backups, monitoramento e o cuidado com as integrações.
  • EvolutivaMelhorias, relatórios e integrações novas, por prioridade.

É o mesmo princípio do PixelCare, a sustentação que fazemos em sites e portais que não podem parar.

Exemplo ilustrativo Portal do cliente · registro

No ar · última verificação às 10:42

  1. v1.0Portal no ar com pedidos, boletos e chamadoslançamento
  2. v1.0.1Correção: a segunda via do boleto não mostrava o descontocorretiva
  3. rotinaAtualizações de segurança aplicadas e backup diário conferidopreventiva
  4. v1.1Novo: aviso por e-mail quando o pedido é faturadoevolutiva
  5. alertaLentidão na API do ERP detectada no monitoramento e tratada com a TI do clientepreventiva
  6. v1.2Integração com o banco: boleto pago sai da lista no mesmo diaevolutiva

Exemplo ilustrativo: o registro do portal do cliente do começo da página nos primeiros meses depois do lançamento.

Integrações, logins e painéis que já estão no ar

Projetos de portais e intranets em que a parte difícil foi engenharia: dados em tempo real, login único, regras de acesso, módulos feitos para o cliente e a evolução depois do lançamento. Todos têm case publicado no site.

  • Dados em tempo real
  • Login único
  • Acesso restrito e perfis
  • Painéis e módulos sob medida
  • Distribuição automatizada
  • Migração sem parar o serviço
  • Evolução depois do lançamento

São projetos de engenharia web e integração. Nenhum deles é apresentado aqui como caso de IA.

Bloco opcional "Na nossa operação" · desligado no site até a aprovação do Erik

Também desenvolvemos para a nossa operação. O painel que usamos para gerir projetos copia os dados do nosso CRM a cada 5 minutos e calcula o que ele não calcula, como custo, margem e consumo de contrato. Os clientes aprovam estimativas e entregas por um portal com login. Está em produção desde abril de 2026.

Revisado em 19 de outubro de 2026

Perguntas frequentes

Quanto custa desenvolver um software sob medida?

Depende do escopo: quantos módulos, quantas integrações, quantos perfis de usuário e se há dados para migrar. Por isso o orçamento vem depois da descoberta, com o escopo dividido em módulos e entregas. Custos de terceiros, como hospedagem, licenças e APIs pagas, ficam descritos na proposta.

Quanto tempo leva?

O prazo sai do escopo, entrega por entrega. Quando existe uma data fixa, como um lançamento marcado, a primeira versão é desenhada para caber nela, e o restante entra nas entregas seguintes.

Vocês integram com o ERP e o CRM que já usamos?

Na maior parte dos casos, sim, por API quando ela existe. Quando não existe, a descoberta investiga a alternativa antes de qualquer compromisso, como exportação agendada, leitura de arquivos ou uma base de consulta.

De quem é o código do sistema?

Os dados são sempre da sua empresa. A propriedade do código, a documentação e as condições para outra equipe assumir o sistema ficam escritas no contrato.

Vocês só trabalham com WordPress?

Não. O WordPress é uma das nossas especialidades e entra quando o sistema é de conteúdo, portal ou intranet. Em sistemas, a tecnologia sai do projeto, e usamos também Laravel, React e Next.js, com bancos como o PostgreSQL e integrações por API.

Quem mantém o sistema depois do lançamento?

A mesma equipe que desenvolveu, com um contrato de sustentação que define escopo e SLA: monitoramento, atualizações de segurança, backups, correções e evolução por prioridade. Se a sua TI preferir assumir, a passagem é planejada, com documentação e um período de transição.

A Digital Pixel é uma software house?

Sim, no sentido de desenvolver sistemas sob medida, portais com login, integrações e MVPs para outras empresas, desde 2010. Também desenvolvemos sites e aplicamos IA à operação das empresas, e seguimos responsáveis pelos sistemas depois do lançamento.

Qual sistema a sua empresa precisa e ainda não tem?

Conte em poucas linhas o que o sistema precisa resolver. Na primeira conversa, entendemos quem vai usar e o que já existe; a proposta vem depois, com o escopo em módulos e o critério de aceite de cada entrega.

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O problema está num processo da operação? Comece pelo diagnóstico de oportunidades, que é gratuito.

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