O que é preciso para criar um site?

Atualizado em: 18 de junho de 2026
Publicado originalmente em: 17 de junho de 2013
• ESPECIALISTAS EM WORDPRESS
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planejamento para criar um site corporativo com laptop e checklist

Saber o que é preciso para criar um site parece simples até você perceber que a maioria dos projetos que vai ao ar com meses de atraso não falhou por problema técnico. Falhou por falta de decisão. O gestor assinou o contrato sem ter definido a audiência principal, sem saber qual ação o visitante deveria tomar, sem entender a diferença entre hospedagem compartilhada e VPS, e sem alinhar com o time de marketing o que o site precisava fazer por eles nos primeiros noventa dias. O resultado é retrabalho que custa mais caro do que o projeto original.

Este guia não é um tutorial para desenvolvedores. É um roteiro de decisões para quem vai aprovar, contratar e acompanhar a criação de um site corporativo. Se você é CEO, diretor comercial ou gerente de marketing, estas são as perguntas que precisa responder antes de conversar com qualquer agência.

O que definir antes de falar com qualquer agência para criar um site

Antes de pedir proposta para qualquer fornecedor, há quatro definições que precisam estar no papel. Sem elas, o briefing será genérico e o orçamento não terá como ser realista.

Qual é o objetivo de negócio real do site?

Todo site tem um objetivo declarado (“ter presença digital”, “modernizar a imagem da empresa”) e um objetivo real. O objetivo real é a ação mensurável que você espera que o site produza: leads qualificados por mês, solicitações de orçamento, downloads de material, agendamentos, ligações. Sem isso, não há como medir se o projeto funcionou.

Defina um número. Não “gerar leads”, mas “gerar 40 leads por mês nos primeiros seis meses”. Esse número vai guiar decisões de UX, volume de conteúdo, calls to action e até a escolha de hospedagem. Sites com foco em geração de leads precisam de velocidade de carregamento muito maior do que sites institucionais com tráfego baixo.

Quem é o visitante que importa?

Empresas B2B erram ao tentar criar sites para todo mundo. Quando o site fala para todo mundo, não converte ninguém. Mapeie o perfil do visitante que, ao chegar na sua home, deveria sentir que aquele site foi construído para ele: cargo, setor, dor principal, nível de maturidade na solução que você oferece.

Esse perfil determina a linguagem, a hierarquia de informação, os casos de uso em destaque e o volume de texto. Um CFO que chega ao site querendo entender o custo de implementação precisa de informação diferente de um gerente de TI que quer validar a compatibilidade técnica da solução.

O que o visitante deve fazer ao chegar ao site?

Escolha uma ação principal. Pode ser preencher um formulário, fazer uma ligação, assistir a um vídeo de demonstração ou iniciar um trial. Quando há múltiplas ações com peso igual, o visitante não faz nenhuma. Essa definição vai influenciar diretamente o posicionamento dos elementos da página, a estrutura de navegação e a arquitetura de informação do site.

Para aprofundar como estrutura e UX impactam a performance de sites corporativos, consulte o nosso guia sobre UX para sites WordPress corporativos.

Quais conteúdos existem hoje e o que precisa ser produzido?

Inventariar o conteúdo disponível antes de fechar escopo é uma das etapas mais subestimadas. Empresas chegam ao final do desenvolvimento sem textos finalizados para as páginas, sem fotos aprovadas do time, sem depoimentos de clientes autorizados. O site fica pronto e fica esperando conteúdo por semanas.

Liste todas as páginas planejadas e, para cada uma, quem é o responsável por entregar o conteúdo e em qual data. Essa tabela simples previne os atrasos mais comuns em projetos de criação de site.

Escolhendo plataforma, hospedagem e domínio para criar um site corporativo

A escolha da plataforma afeta tudo que vem depois: custo de manutenção, velocidade de publicação de conteúdo, capacidade de expansão e dependência de fornecedor. Empresas que tomam essa decisão sem análise adequada frequentemente ficam presas em plataformas proprietárias ou em CMS inadequados para o volume de conteúdo que precisam gerenciar.

Por que o WordPress domina sites corporativos

O WordPress responde por mais de 43% de todos os sites da internet segundo o W3Techs. Entre sites corporativos de médio porte, a participação é ainda maior. A razão não é o custo zero da licença, mas a combinação de ecossistema maduro de plugins, controle total sobre o código e portabilidade dos dados.

Plataformas proprietárias como Wix, Squarespace e Webflow entregam velocidade de montagem inicial, mas cobram caro em restrições de personalização e em dependência de fornecedor. Quando você precisa de uma integração específica com o seu CRM, ou de uma funcionalidade fora do catálogo da plataforma, a resposta é “não é possível” ou “custa muito mais”.

Para empresas que vão crescer, publicar conteúdo com frequência e integrar o site com ferramentas de marketing e vendas, o WordPress corporativo bem implementado é o caminho mais previsível.

Hospedagem: a decisão que mais gente toma errado

Hospedagem compartilhada custa R$ 30 por mês e entrega performance de R$ 30 por mês. Para um site corporativo que precisa carregar em menos de dois segundos e estar disponível 99,9% do tempo, o investimento em hospedagem gerenciada ou em VPS dedicado não é opcional.

Os sinais de que a hospedagem está sabotando o seu site já têm um guia dedicado aqui no blog: 9 sinais de hospedagem inadequada para WordPress. Se o seu site atual carrega lento, apresenta quedas frequentes ou não passa nas métricas de Core Web Vitals, o problema quase sempre começa na infraestrutura.

Para um site corporativo B2B, o investimento em hospedagem de qualidade fica entre R$ 150 e R$ 600 mensais, dependendo do volume de tráfego e das integrações necessárias. Esse custo precisa estar no orçamento total do projeto, não aparecer como surpresa depois do lançamento.

Domínio: mais do que um endereço

Registre o domínio no nome da empresa, não no nome da agência ou do profissional que vai criar o site. Isso parece óbvio, mas é uma das causas mais comuns de conflito quando empresas trocam de fornecedor. O domínio é um ativo digital da empresa e precisa estar sob controle da empresa.

Prefira domínios .com.br para negócios com foco no mercado brasileiro. Garanta também as variações principais do nome (.com, caso ainda disponível) para evitar que concorrentes ou terceiros registrem endereços similares ao seu.

Quem precisa estar envolvido no projeto de criação do site

Projetos de site fracassam por dois motivos opostos: envolvimento de pessoas demais (decisão por comitê) ou de pessoas de menos (o gestor aprova tudo sem consultar quem usa). O meio-termo funciona quando há papéis claramente definidos desde o kickoff.

O papel do decisor final

Todo projeto precisa de um ponto de contato único com autoridade para aprovar. Não é o mesmo que dizer que uma só pessoa toma todas as decisões, mas quando há impasse, essa pessoa resolve. Projetos sem decisor único entram em loop de revisão infinita. O cronograma desmorona e o custo sobe.

Esse papel normalmente cabe ao gestor de marketing, ao CEO em empresas menores, ou ao diretor de comunicação em organizações maiores. O importante é que seja alguém que conheça o negócio, entenda o posicionamento da empresa e tenha disponibilidade para responder em no máximo 48 horas durante o projeto.

A equipe interna que precisa contribuir

Mesmo terceirizando 100% do desenvolvimento, sua empresa precisa entregar insumos. Identifique internamente quem vai ser responsável por cada um desses itens:

  • Textos das páginas principais (home, sobre, serviços, contato)
  • Identidade visual: logo, paleta de cores, tipografia
  • Fotos do time, escritório e produtos (ou autorização para usar banco de imagens)
  • Depoimentos e cases de clientes com autorização para publicação
  • Credenciais de acesso a ferramentas que precisam ser integradas (CRM, analytics, email marketing)
  • Aprovação de textos e layouts em cada etapa do projeto

Essa lista precisa ter nome e prazo para cada item. Sem ela, o cronograma acordado com a agência não tem como ser cumprido.

O que a agência precisa entregar e o que não precisa

Definir o escopo com precisão evita mal-entendidos caros. A criação do site inclui desenvolvimento e configuração, mas não inclui, por padrão, produção de conteúdo editorial, fotografia, estratégia de marketing de conteúdo ou gestão das redes sociais.

Se você precisar desses serviços, inclua no escopo e no orçamento desde o início. Tentar negociar “um pouquinho mais” após o contrato assinado é receita para atrito e entrega abaixo do esperado em todas as frentes.

Estrutura de páginas e arquitetura do site

Antes de aprovar o design ou o layout, defina a estrutura. Quantas páginas o site vai ter? Qual é a hierarquia entre elas? Como o visitante vai navegar da home até a ação principal?

As páginas que todo site corporativo precisa ter

Existe uma estrutura mínima que funciona para a maioria dos sites B2B. Você pode expandir, mas raramente deve cortar:

  • Home: resumo da proposta de valor, trilha para os públicos principais, CTA claro
  • Sobre: história, time, diferenciais reais (sem genéricos como “compromisso com qualidade”)
  • Serviços ou Soluções: uma página por serviço ou uma página mãe com navegação clara
  • Cases ou Portfólio: resultados concretos de clientes, com métricas quando possível
  • Blog ou Conteúdo: necessário para SEO e para educar o visitante durante o processo de decisão
  • Contato: formulário simples, telefone visível, endereço se o cliente vai ao local

Empresas que tentam colocar tudo na home criam sites confusos. A home deve responder a uma pergunta: “quem é essa empresa e o que ela faz por mim?” As páginas internas aprofundam cada dimensão.

URL e estrutura de navegação

A estrutura de URLs precisa ser definida antes do desenvolvimento, não depois. Mudar URLs após o lançamento exige redirects e causa perda temporária de autoridade de SEO. Defina desde o início se os serviços vão estar em /servicos/nome-do-servico/ ou em /nome-do-servico/ e mantenha esse padrão.

Navegação com mais de dois níveis de profundidade gera abandono. Se o visitante precisar de três cliques para encontrar o que procura, a maior parte vai desistir antes de chegar. Essa regra é especialmente crítica em dispositivos móveis, onde mais de 60% do tráfego B2B já ocorre.

SEO, performance e o que acontece depois do lançamento

Criar o site é a metade do trabalho. O site lançado sem estratégia de SEO não aparece nos resultados de busca. E um site que não aparece não gera leads, não gera receita e não cumpre o objetivo de negócio que você definiu no início.

O que precisa estar certo desde o primeiro dia

Há configurações de SEO técnico que precisam estar corretas antes do lançamento, não depois. São elas:

  • HTTPS ativo com certificado SSL válido
  • Sitemap XML enviado ao Google Search Console
  • Canonical tags configuradas corretamente
  • Meta títulos e descriptions únicos para cada página
  • Schema markup nas páginas principais (Organization, LocalBusiness se aplicável)
  • Core Web Vitals dentro dos parâmetros do Google (LCP abaixo de 2,5 segundos, CLS abaixo de 0,1)
  • Redirecionamentos 301 configurados para todas as URLs antigas, se o site for uma reescrita

Esses itens não são opcionais para sites corporativos. Para uma visão completa da estratégia de SEO após o lançamento, o guia de SEO WordPress para empresas cobre desde configuração on-page até posicionamento em buscas geradas por IA.

Performance é critério de negócio, não detalhe técnico

Cada segundo adicional de carregamento reduz a taxa de conversão. Um site que leva quatro segundos para carregar perde em média 25% dos visitantes antes mesmo de mostrar o conteúdo, segundo dados consolidados de estudos de e-commerce e B2B.

Performance depende de hospedagem, código limpo, imagens otimizadas e configuração de cache. Esses são requisitos técnicos que precisam ser cobrados da agência durante o projeto, com entrega de relatório de Core Web Vitals antes da aprovação final.

O plano de conteúdo pós-lançamento

Sites corporativos que publicam conteúdo consistente no blog acumulam autoridade de domínio ao longo do tempo e aparecem em mais buscas relevantes. A questão não é se publicar conteúdo funciona, mas se a empresa vai ter disciplina para manter a frequência.

Defina antes do lançamento: quem vai produzir conteúdo, com qual frequência e com qual pauta. Uma frequência baixa mas consistente (um artigo por semana) supera em resultados uma avalanche de posts no lançamento seguida de silêncio.

Orçamento: o que está incluído e o que vai custar extra

Orçamentos de site raramente cobrem tudo que a empresa vai precisar. Entender o que está e o que não está no escopo padrão evita surpresas que comprometem o relacionamento com o fornecedor e o próprio projeto.

O que o orçamento de desenvolvimento normalmente inclui

Um orçamento típico de criação de site corporativo em WordPress cobre arquitetura de informação, design das páginas principais (wireframe e visual), desenvolvimento e configuração da plataforma, integração de ferramentas básicas (formulários, analytics, pixels de rastreamento) e suporte técnico no período de pós-lançamento acordado.

O que quase sempre é cobrado à parte

  • Produção de textos e copywriting
  • Fotografia ou filmagem
  • Criação ou redesign de identidade visual
  • Integração com sistemas legados (ERP, CRM customizado)
  • Funcionalidades específicas fora do catálogo padrão
  • Manutenção mensal após o período de garantia
  • Otimizações de performance avançadas

O custo de sustentação e manutenção do WordPress após o lançamento é frequentemente subestimado. Para entender o que inclui e quanto custa, o post sobre quanto custa sustentação WordPress traz os valores de referência do mercado.

Como calcular o ROI do investimento no site

Se o objetivo do site é gerar leads e cada lead tem um valor comercial médio mensurável para a empresa, o cálculo de retorno é direto. Um site que custa R$ 40.000 e gera 30 leads por mês com taxa de fechamento de 10% e ticket médio de R$ 15.000 paga o investimento no primeiro mês de operação plena.

Para estruturar esse cálculo de forma mais completa, o guia sobre como medir ROI do site corporativo apresenta as métricas e o método para fazer essa conta com os dados reais do negócio.

Como escolher a agência certa para criar seu site

Com as definições acima em mãos, você está em posição muito melhor para avaliar propostas. Mas há critérios específicos que separam agências que entregam de agências que prometem.

O que olhar no portfólio

Portfólio bonito não é suficiente. Procure por projetos no seu segmento ou com objetivos similares aos seus. Pergunte sobre os resultados: o site entregou o que foi prometido? Qual foi o tempo de carregamento? A empresa cliente ainda usa o site dois anos depois ou já refez?

Peça referências de clientes. Uma agência com histórico consistente vai ter clientes dispostos a conversar. Se a referência é sempre o próprio portfólio e nunca um cliente real com nome, isso diz algo.

Especialização em plataforma importa

Agências que fazem de tudo (Wix, Shopify, WordPress, sistemas customizados) raramente têm profundidade em nenhum. Para um site corporativo em WordPress, procure quem trabalha especificamente com essa plataforma e conhece seu ecossistema, plugins de segurança, boas práticas de performance e os padrões de desenvolvimento que permitem manutenção futura sem precisar reescrever tudo.

O post sobre criação de sites WordPress para empresas detalha o processo completo de planejamento ao lançamento com foco em projetos corporativos.

Contrato e propriedade intelectual

Antes de assinar, verifique: quem é o dono do código desenvolvido? O cliente tem acesso completo ao painel WordPress? As credenciais de acesso ao servidor, domínio e plataformas integradas ficam com o cliente ou com a agência?

Tudo que foi criado para o seu negócio precisa estar sob o seu controle. Se a agência retém acesso exclusivo como forma de garantir continuidade de contrato, isso é um sinal de alerta, não de parceria.

Cronograma realista: o que esperar de cada fase

Um site corporativo de médio porte leva entre 8 e 16 semanas do kickoff ao lançamento, desde que os insumos de conteúdo e aprovação cheguem dentro do prazo acordado. Projetos que se arrastam por seis meses ou mais quase sempre têm atraso no lado do cliente, não da agência.

As fases típicas de um projeto

  • Semanas 1 e 2: levantamento de requisitos, briefing detalhado, validação de escopo
  • Semanas 3 e 4: arquitetura de informação, wireframes das páginas principais
  • Semanas 5 a 7: design visual das páginas aprovadas
  • Semanas 8 a 12: desenvolvimento, configuração e integração de ferramentas
  • Semanas 13 e 14: testes, ajustes, revisão de conteúdo e SEO técnico
  • Semana 15: aprovação final e lançamento

Cada fase de aprovação que atrasa uma semana empurra o projeto inteiro. Tenha uma data-limite clara para cada aprovação e cumpra você mesmo antes de cobrar da agência.

O que fazer nos primeiros 90 dias após o lançamento

Os primeiros três meses são o período de maior aprendizado sobre como o tráfego real se comporta no site. Monitore as métricas semanalmente, identifique onde os visitantes abandonam antes de converter e faça ajustes incrementais.

Configure o Google Analytics 4 e o Google Search Console antes do lançamento para ter dados desde o primeiro dia. Sem dados históricos, qualquer otimização posterior fica no campo das suposições.

Perguntas frequentes sobre o que é preciso para criar um site

Quanto tempo leva para criar um site corporativo?

Entre 8 e 16 semanas para sites corporativos de médio porte, com escopo bem definido e aprovações dentro do prazo. Projetos com múltiplas integrações ou volumes altos de páginas podem levar mais.

É obrigatório ter blog no site da empresa?

Não é obrigatório, mas é altamente recomendado para empresas que querem tráfego orgânico consistente. Sites sem blog dependem exclusivamente de tráfego pago ou de indicação. A longo prazo, conteúdo próprio é o ativo de marketing com melhor custo por aquisição.

WordPress é seguro para sites corporativos?

Sim, quando configurado e mantido corretamente. A maioria das vulnerabilidades em sites WordPress ocorre por plugins desatualizados, senhas fracas ou hospedagem inadequada, não pela plataforma em si. Com manutenção regular e hospedagem de qualidade, o WordPress é tão seguro quanto qualquer CMS corporativo.

O que acontece com o site se eu trocar de agência?

Se você tem acesso completo ao painel WordPress, ao servidor e ao domínio, a migração é tecnicamente simples. O risco real está quando esses acessos estão com a agência anterior. Por isso registrar o domínio no nome da empresa e manter credenciais de administrador próprias é inegociável desde o início do projeto.

Pronto para criar um site que trabalha pelo seu negócio?

A Digital Pixel desenvolve sites WordPress corporativos com foco em resultado mensurável. Do briefing ao lançamento, com processo estruturado e sem surpresas de escopo. Fale com nosso time e receba uma análise do seu projeto.

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Picture of Erik Willian
Erik Willian

Erik Willian é fundador da Digital Pixel e atua desde 2010 na criação, manutenção e evolução de sites WordPress.

Sua trajetória combina vivência técnica, estratégica e comercial em praticamente todas as etapas de um projeto digital: diagnóstico, pré-venda, planejamento, arquitetura de informação, desenvolvimento, SEO, performance, segurança, sustentação, geração de demanda e evolução contínua.

Ao longo de mais de 1000 projetos web, desenvolveu uma visão ampla sobre o papel dos sites dentro das empresas. Essa jornada construiu uma perspectiva pouco comum no mercado, integrando tecnologia, marketing, operação e negócio de forma prática e aplicada.

Para Erik, um site não deve ser tratado apenas como uma peça institucional ou um projeto de design, mas como um ativo digital conectado à estratégia, à operação, ao marketing e aos objetivos comerciais da empresa.

Além da experiência em WordPress, SEO e projetos digitais, também atua com estratégia de negócios, tráfego pago, automação de processos, inteligência artificial aplicada a marketing e operações, análise de oportunidades comerciais e construção de soluções digitais orientadas a resultado.

Na Digital Pixel, lidera a área de projetos e planejamento, conectando tecnologia, marketing e negócio para ajudar empresas a construir ambientes digitais mais seguros, eficientes, bem posicionados e preparados para crescer.

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