[POST 3000] Alerta SEO: conheça os principais fatores de rankeamento do Google

Por Erik Willian

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Quem não é visto, não é lembrado! Essa sentença se aplica perfeitamente a esse momento em que a presença digital é um requisito básico não só para o sucesso, mas até mesmo para a sobrevivência de um negócio. Mas não basta estar lá — é preciso aparecer entre os primeiros resultados. Conhecer os fatores de ranqueamento do Google é essencial para alcançar essa meta.

E você? Sabe o que sua empresa pode fazer para aparecer no topo dos mecanismos de busca? Sabe como chamar a atenção do gigantesco Google e projetar o seu negócio, garantindo oportunidades e adquirindo credibilidade?

Então, precisa ler este post. Nele, vamos desvendar esses segredos e mostrar como o seu site pode, realmente, se tornar uma ferramenta para alavancar suas vendas e promover o sucesso do negócio. Confira!

1. Por que um bom ranqueamento do Google é importante?

Na verdade, o que nós temos a dizer é que esse posicionamento não é só importante. Ele é fundamental. Para apoiar esse ponto de vista, temos alguns argumentos inquestionáveis — os números. Então, vamos deixar que as estatísticas nos mostrem por que é importante que a sua empresa esteja entre os primeiros resultados:

1.1. Mudança no comportamento do consumidor

O antigo processo de compra, baseado no estabelecimento de um “bom ponto” e na procura dos clientes por uma loja física que tivesse os produtos que eles procuravam praticamente não existe mais. Esse tipo de relacionamento comercial acontece apenas em alguns nichos, normalmente quando as pessoas buscam produtos e serviços para o seu dia a dia e recorrem ao comércio no entorno onde moram ou trabalham.

Para a maioria dos consumidores — e quando falamos em maioria, nos referimos a 93% dos clientes — o processo de compra mudou completamente. Ele começa com uma busca online. O fato é que as estatísticas vão além: elas mostram que, na verdade, entre 57% e 70% de uma decisão de compra é definida antes mesmo de o consumidor entrar em contato com o fornecedor.

Ou seja: antes de o consumidor procurar a sua empresa ou serviço, ele pesquisou previamente na internet. Ele viu não só o seu produto, mas o que o concorrente oferece. Ele comparou as descrições, os preços, as condições de pagamento e até mesmo leu as opiniões e avaliações de outros clientes.

Portanto, se por acaso ele realmente chegar ao seu ponto físico (o que não acontece em muitos casos), será para uma espécie de “tira-teima”. As chances de ele já ter tomado uma decisão são muito grandes.

1.2. A necessidade de colocar sua empresa no jogo

Portanto, antes mesmo de o consumidor chegar à sua empresa, ele já promoveu uma verdadeira competição entre os produtos, baseados em sua descrição na internet. Se o seu produto não estiver lá, isso significa que ele já perdeu a competição, pois não foi sequer mencionado. Essa ausência virtual compromete a sobrevivência da empresa. Porém, não basta ter presença online. Outra estatística importante mostra que:

  • 94% das pessoas evitam clicar naqueles links pagos que aparecem no topo dos resultados. Elas preferem os resultados orgânicos (que não se referem a anúncios, como blogs);
  • Os três primeiros resultados orgânicos (esses que não foram pagos) recebem nada menos que 68% dos cliques;
  • 75% dos usuários nunca passam da primeira página do resultado de busca.

Isso já deve ter acontecido com você também. Afinal, a percepção das pessoas é de que essas empresas que aparecem nos primeiros lugares são mais confiáveis. Em sã consciência, ninguém fica passeando pela nona página de resultados do Google.

Portanto, ficar na primeira página, especialmente entre os três primeiros resultados, é uma maneira de exibir o seu produto ou serviço para o consumidor, colocando a sua empresa “no jogo”.

Poderíamos citar outros motivos para ranquear bem um site na internet: a oportunidade de posicionar bem a sua marca, gerar credibilidade e desenvolver um relacionamento com o cliente. Porém, esses dois principais são suficientes para perceber que um bom ranqueamento é prioridade total para as empresas que desejam sobreviver e crescer na era digital.

2. Como conseguir um bom ranqueamento no Google?

Agora que você entendeu o quanto é importante ocupar os primeiros lugares, vem a principal pergunta: como fazer isso? É para responder essa questão que o leitor precisa se familiarizar com um termo fundamental para o marketing digital: o SEO, ou otimização para os mecanismos de busca (Search Engine Optimization). 

Trata-se da utilização de alguns truques — na verdade, técnicas e estratégias — que se baseiam nos critérios utilizados pelo Google para posicionar os resultados de busca. O domínio dessas estratégias permite melhorar o desempenho de um site nesse ranking, trazendo mais cliques e vendas para uma empresa.

É justamente esse o foco do nosso post. Então, vamos abordar cada um desses critérios para que você saiba como alavancar o seu site e, consequentemente, as suas vendas. Como você deve imaginar, os profissionais de marketing são muito criativos. Eles não se contentaram em fazer uma lista dos itens que contribuem para um bom ranqueamento do Google — eles criaram uma espécie de “Tabela Periódica” com esses elementos fundamentais.  

Essa tabela contém os três principais critérios de ranqueamento: conteúdo, arquitetura e HTML. Porém, ela também aborda quesitos não tão relevantes, mas que contribuem para um bom resultado. Trata-se da confiabilidade (que vamos tratar como autoridade), links, personalidade ou identidade da empresa e seu desempenho nas redes sociais. Vamos conhecê-los agora:

2.1. Conteúdo

A primeira coluna da nossa tabela periódica é formada por vários elementos baseados na letra C, correto? Isso não acontece por acaso. Na verdade, quem faz marketing digital, sabe que o conteúdo é, de longe, o elemento mais nobre desse sistema. Em outras palavras, o conteúdo é rei!

Portanto, se você acredita que quem cria um site simplesmente para expor seus produtos e serviços ou banners com suas promoções vai conquistar espaço, está enganado. É preciso atrair o consumidor, e as empresas fazem isso criando conteúdo relevante para sua persona, informações que ela precisa e busca para solucionar seus problemas. Os blogs são uma ferramenta poderosíssima para isso.

Mas vamos falar especificamente sobre as características que o conteúdo precisa ter para se destacar na busca do Google, recorrendo à nossa tabela periódica:

  • qualidade: as páginas são bem escritas, com conteúdo original e um estilo que chama a atenção do leitor? Utilizam dicas de SEO?
  • utilização adequada de palavras-chave: para que o leitor encontre o seu post, ele precisa ser construído a partir de palavras-chave que as pessoas procuram. Tendo isso em vista, há ferramentas para encontrar o termo mais apropriado?
  • palavras: seus posts usam palavras e frases que você espera que as pessoas estejam buscando?
  • atualização: as páginas refletem assuntos que estão em alta, que as pessoas querem ler? Ou elas ficaram obsoletas, e sua empresa não percebeu?
  • verticalidade: os posts têm imagens, notícias, vídeos ou outros conteúdos verticais?
  • respostas: seu post é uma resposta direta à pergunta que o usuário fez no buscador?
  • relevância: seu conteúdo tem profundidade ou é superficial e não traz nada de valioso ou relevante para o leitor?

Também é preciso ressaltar que a quantidade de conteúdo é importante. Ela pode até não contar tanto entre esses critérios mencionados, mas ela tem um papel fundamental. Em primeiro lugar, sites com 51 a 100 páginas recebem 48% mais tráfego que os negócios que apresentam apenas 1 a 50 páginas.

Não é difícil imaginar o motivo: quando um consumidor vê que uma empresa produz mais conteúdo, mesmo que não tenha consciência disso, ele entende que aquela organização entende melhor do assunto e, portanto, é mais confiável.

Empresas que aumentam a quantidade de postagens de seus blogs — de 3 a 5 vezes por mês (aproximadamente 1 vez por semana) para 6 a 8 vezes por mês — duplicam sua geração de leads. Quando uma empresa aumenta o número de postagens de 11 a 20 para 21 a 50, ela pode observar um aumento de acessos da ordem de 45%.

Portanto, embora o número de postagens influencie apenas indiretamente esse ranking, ele é essencial para o aumento no volume dos negócios.

Por que o conteúdo é tão importante?

Apesar de ser um gigante inquestionável, o Google também quer aumentar a sua credibilidade diante do público. Por isso, ele quer ter a certeza de que quando o usuário faz uma pergunta, os links mostrados contenham as respostas que eles buscam, da forma mais original e completa possível. Em outras palavras, quer entregar o que prometeu.

Esse é o motivo para o Google e outras máquinas de busca colocarem no topo as páginas que oferecem o conteúdo mais relevante, de boa qualidade, denso e que atenderá devidamente às expectativas do público.

2.2. Arquitetura

Outro fator extremamente importante no ranqueamento é a arquitetura do site. De forma simplificada, a arquitetura da informação diz respeito à organização do site para torná-lo claro e compreensível ao usuário, facilitando a experiência de navegação.

Ela define como será a estrutura ou esqueleto do website ou blog. Uma boa arquitetura e design fazem com que o usuário encontre as informações que deseja e alcance seus objetivos de forma simples. Então, vamos voltar à nossa tabela periódica e verificar quais são os critérios para que a arquitetura de um site ajude você a aparecer entre as primeiras posições:

  • rastreamento: as páginas do site são facilmente rastreáveis pelos motores de busca?
  • gerenciamento de duplicação: como o site gerencia os problemas com conteúdo duplicado?
  • design responsivo: é possível acessar o seu site a partir de dispositivos móveis, realizar as mesmas operações e ter uma experiência tão agradável quanto se o usuário fizesse isso a partir do computador? Ele faz uso da indexação de aplicativos?
  • velocidade: o site carrega rapidamente ou o usuário desiste enquanto vê aquele círculo girar infinitamente?
  • URLs amigáveis: as URLs do seu site contêm palavras-chave relevantes para o tópico da página (como www.seunegocio.com.br/algumacoisa, por exemplo)  ou se parecem com uma sopa de letras e números (www.seunegocio.com.br/xTyk17_wz)?
  • HTTPS: os visitantes podem contar com esse recurso para uma navegação segura?
  • rejeição ao cloacking: a camuflagem é uma prática não recomendada, que destrói a reputação de um site. Ela consiste em mostrar um conteúdo para o usuário e outro diferente para os buscadores, trazendo um resultado inadequado para uma busca.

Portanto, a arquitetura do site diz respeito aos fatores que interferem em sua funcionalidade. Como um dos pontos que os mecanismos de busca valorizam é uma experiência satisfatória ao usuário, os dois aspectos que abordamos até agora contribuem muito para isso.

O primeiro, que é o conteúdo, garante que o usuário vai encontrar o que está procurando. A arquitetura garante que esse acesso seja simples, rápido e seguro, atendendo às necessidades de quem navega pela rede.

2.3. HTML

HTML é uma sigla para HiperText Markup Language, ou linguagem de marcação de hipertexto. O HTML permite que as páginas produzidas na web possam ser lidas nos diferentes tipos de computador e transmitidas pela rede. Para produzi-lo, os profissionais precisam de um editor de texto tão simples quanto um bloco de notas. No entanto, eles precisam conhecer os códigos que compõem essa linguagem.

Esses códigos, chamados de tags, indicam a função de cada elemento que aparece na página Web. Quando os browsers (que são os navegadores) identificam essas tags, eles entendem que determinado elemento é um texto, um formulário, um link, uma imagem, tabela ou qualquer outro formato.

A partir dessa interpretação, os navegadores apresentam as páginas da forma como elas realmente foram planejadas, garantindo uma boa experiência ao usuário. Os critérios para um bom HTML, ainda de acordo com a nossa tabela periódica, são:

  • títulos: o título das tags de HTML contém palavras-chave relevantes para o tópico da página?
  • descrição: as tags de metadescrição descrevem sobre o que as páginas falam?
  • estrutura: as páginas usam dados estruturados para realçar listagens?
  • cabeçalhos: os títulos e subtítulos utilizam tags com palavras-chave relevantes?
  • stuffing: trata-se de outra prática que deve ser evitada. Ela consiste de rechear o conteúdo com inúmeras repetições camufladas da palavras-chave, a fim de atrair os mecanismos de busca, mas sem a consistência que o texto deveria ter.
  • camuflagem: é uma variação do item anterior. O designer esconde palavras que ele quer que atraiam os mecanismos de busca com as cores ou o design do site.

2.4. Autoridade

A autoridade de um domínio, ou DA (Domain Authority), é uma métrica que estabelece a importância de um determinado site em função de fatores externos àquela página. Esses fatores, também chamados de Off Page, se referem a questões como o número de links (ou back-links) que apontam para esse domínio e a sua qualidade.

Portanto, se o seu site trata de um assunto e outras páginas relevantes daquela área linkam os conteúdos que elas abordam ao seu, isso confere credibilidade — e consequentemente, autoridade — ao seu domínio.

Imagine, por exemplo, que a sua empresa desenvolve um aplicativo que contribui para algumas rotinas do departamento de Recursos Humanos das organizações. Se outros sites importantes que abordam questões típicas de RH começarem a falar do seu aplicativo e de como ele facilita o trabalho deste setor e criarem links para o seu conteúdo, sua página crescerá em autoridade.

Isso significa que, para chegar ao topo do Google, seu site precisa ser recomendado por outras páginas especializadas e de boa reputação. Esses links funcionam como uma espécie de “voto de confiança”, que fazem que o seu site e seu negócio sejam bem vistos pelo mercado e pelas ferramentas de busca.

Então, vamos voltar à tabela e analisar os critérios para o bom ranqueamento referentes à autoridade:

  • qualidade: sua página é mencionada e linkada por sites confiáveis, de qualidade, respeitados e de boa reputação?
  • texto: ao apontar para o seu site, esses links utilizam palavras pelas quais você deseja ser encontrado?
  • números: quantos links apontam para sua página?
  • espontaneidade: essas menções e links aconteceram porque essas páginas referendam o seu trabalho ou houve um pagamento para aumentar o número na esperança de obter um ranqueamento melhor?
  • spam: mais uma vez, essa deve ser uma prática totalmente evitada. Os links devem vir de menções à qualidade do seu produto ou conteúdo, e jamais porque alguém ficou espalhando esses links nos comentários dos posts, fóruns e outros espaços para discussão.

2.5. Outros fatores de ranqueamento do Google

Embora esses fatores sejam os principais, outros critérios também podem ajudar nesse posicionamento. A grande diferença está na relevância. Eles não têm o mesmo peso que o conteúdo, a arquitetura, o HTML e a autoridade. No entanto, eles são vantagens adicionais, que não podem ser ignoradas por quem desenvolve ou mantém um site.  Vamos conhecê-los?

Indicadores de confiabilidade

Certamente não estamos falando aqui de indicadores no sentido técnico da palavra, mas de algumas questões que são analisadas para avaliar a reputação e confiabilidade de sua empresa e site. Como já falamos, a autoridade, confirmada por meio de links de qualidade, tem um papel essencial nessa construção de credibilidade. Porém, ela não é o único fator considerado. Conheça outros:

  • engajamento: os visitantes do seu site costumam passar um tempo considerável lendo o seu conteúdo e navegando por diversas páginas ou eles vão embora rapidamente (provavelmente porque não encontraram o que desejavam)?
  • histórico: seu site ou seu domínio existe há um longo tempo, operando da mesma forma, ou ele é muito recente? 
  • identidade: o site utiliza maneiras de verificar sua identidade ou a de seus autores, ou a origem oculta dos seus conteúdos é uma grande incógnita para os seus usuários?
  • pirataria: mais uma vez, trata-se de uma característica que deve ser evitada. Para um bom ranqueamento, espera-se que seu site não tenha sido sinalizado por hospedar qualquer conteúdo pirateado.
  • propaganda: seu conteúdo e página são cheios de propaganda, especialmente na área chamada de above the fold, que é a parte da página visível sem que o usuário precise rolar a tela?
  • reputação: personalidades ou empresas respeitadas nas redes sociais (influenciadores digitais) compartilham o seu conteúdo?
  • quantidade de compartilhamentos: o seu conteúdo foi compartilhado muitas vezes nas redes sociais?

Vale lembrar que esses fatores são secundários, porém eles sempre somam pontos. Assim, eles conferem credibilidade e relevância à sua empresa e seu conteúdo, contribuindo para que seu site se destaque na internet e no mercado.

3. Quem vai fazer isso na sua empresa?  

Agora que você entendeu o quanto é importante ocupar os primeiros lugares, vem a principal pergunta: como fazer isso? Provavelmente, todos esses critérios devem ser uma grande novidade para a maioria dos leitores deste post. Embora os profissionais do marketing digital estejam muito familiarizados com eles, reconhecemos que nem sempre são tão simples para quem não tem o mesmo nível de conhecimento e prática nessa área.

Porém, eles são necessários. Configurar o site ou blog de acordo com esses critérios é fundamental para se destacar na internet e não ser apenas mais um em milhões de resultados. É mais ou menos assim: a falta de um bom posicionamento na internet pode custar a sobrevivência da empresa. Porém, produzir um site com essas características exige bastante trabalho e atualização constante.

Então, como uma empresa pode fazer o que é necessário para se posicionar bem nos resultados do Google, sem se descuidar do core business da companhia? A resposta é simples: delegando essa função a quem entende do assunto. Ao estabelecer uma parceria com uma agência especializada, a empresa tem a certeza de que:

  • profissionais devidamente capacitados cuidarão dessa área, garantindo um bom ranqueamento e favorecendo o aumento do volume de negócios;
  • a equipe interna da empresa não precisa se preocupar com o SEO e pode se concentrar no core business da organização;
  • o departamento de vendas será mais produtivo, porque ele receberá o contato de leads já qualificados, prontos para realizar a compra;
  • funil de vendas já atrai seus leads qualificados e elimina automaticamente os não qualificados, o que acaba com a prospecção inútil;
  • mesmo que o Google mude sua maneira de estabelecer o ranqueamento — a alteração dos algoritmos é mais frequente do que você imagina —, sua equipe interna não precisará reaprender tudo. Esse é o trabalho dos profissionais da agência;
  • uma agência sabe que a manutenção do contrato depende de resultados e, por isso, ela utilizará estratégias e técnicas reconhecidas para que o seu negócio tenha o sucesso esperado.

As estatísticas não mentem: manter uma empresa no século XXI exige o pleno domínio das ferramentas digitais. O posicionamento nos mecanismos de busca é essencial para dar à empresa a oportunidade de conversar com o consumidor e conquistar o cliente e, por isso, as estratégias de SEO são essenciais para conciliar presença online e resultados. 

Entendeu qual é a importância do SEO para um bom ranqueamento do Google para alavancar os negócios? Quer ver os benefícios dessas estratégias na sua empresa?

Então não perca tempo! Converse com a Digital Pixel agora mesmo e descubra como seu site pode se transformar em uma poderosa ferramenta de vendas. Aguardamos seu contato!  

 

Erik Willian

Fundou a Digital Pixel em 2010, nascido em Belo Horizonte / MG, é experiente tanto na área de desenvolvimento como nas atividades de planejamento, atendimento. Atualmente é o responsável, na Digital Pixel pelo setor comercial e planejamento. Trabalhando com prospecção e adquisição de novas parcerias/clientes para a empresa. Participa ativamente dos projetos da empresa, e esteve presente desde a pré-contratação à entrega em mais de 1000 projetos web de diversos seguimentos.

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