5 sinais de que é hora de refazer o site da sua empresa

Por Erik Willian

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Seu site tem ajudado a atingir os objetivos do seu negócio? Existem vendas que são originadas por ele? Seu público tem uma boa experiência de navegação? Se você demorou a encontrar a resposta para essas questões, talvez seja o momento de refazer o site da empresa.

Quando se percebe que esse canal não tem servido como uma ferramenta estratégica que você esperava, é hora de analisar erros, pensar em modificações e reformular páginas. Afinal, em uma época em que as pessoas vivem conectadas, não é possível ignorar os padrões de qualidade exigidos pelo público e pelos motores de busca.

Por essa razão, criamos este post. Vamos falar sobre os 5 principais sinais de que o site da sua empresa precisa de uma reforma. Confira:

1. O seu site não aparece no Google

O 1º sinal tem a ver com a visibilidade do seu site para os buscadores. Como você deve imaginar, o Google é uma das grandes fontes de tráfego para as páginas indexadas nele, ou seja, para as páginas que ele armazena e exibe nos resultados de pesquisa. Afinal, não é sempre que uma pessoa acessa um site diretamente, digitando a URL na barra de endereços.

Em vez disso, um visitante pode usar um buscador para servir de atalho até o site, especialmente quando o seu interesse for por alguma informação, conteúdo ou oferta específica.

Por exemplo: se uma pessoa está interessada em comprar canecas personalizadas, ela pode ir no Google, pesquisar por “canecas personalizadas” e analisar os sites que aparecem nos resultados. Certo?

Agora, imagine que você trabalhe com esse tipo de produto, mas o seu site não é exibido entre os principais resultados da pesquisa. Pense no tráfego que você estaria perdendo e nos potenciais clientes que nem ao menos foram impactados por sua marca.

Se você se identificou com esse cenário, talvez ainda não tenha se dado conta da importância da otimização do seu site para motores de busca. E é disso que falaremos a seguir:

1.1. O problema pode estar com o seu SEO

SEO quer dizer Search Engine Optimization ou, em português, otimização para motores de busca. Trata-se de um processo que engloba uma série de técnicas para fazer um site ser mais bem posicionado nos buscadores para determinadas palavras-chave.

No caso das canecas personalizadas, o site com o seu SEO bem trabalhado tem grandes chances de aparecer nas pesquisas feitas por “canecas personalizadas”, “canecas temáticas”, “canecas para presente” e outros termos relacionados ao negócio.

Mas como é que você pode descobrir que o seu site não está seguindo esse padrão? Para facilitar a sua vida, listamos uma série de ocorrências que podem ser verificadas em suas páginas. Veja:

1.1.1. Falta de palavras-chave nas páginas

Se o Google não souber de quais conteúdos suas páginas tratam, ele terá mais dificuldades em fazer uma correspondência entre as buscas dos usuários e o seu site.

1.1.2. Excesso de palavras-chave nas páginas

O Google também é inteligente o suficiente para perceber que muitas palavras-chave tornam as páginas pouco naturais e prejudicam a experiência do usuário. Sites que pecam pelo exagero de palavras-chave também podem ser punidos no ranking.

1.1.3. Páginas sem títulos e meta descrições otimizadas

Títulos sem palavras-chave e que são pequenos ou grandes demais são um problema. As meta descrições curtas ou extensas e que não são convidativas também não ajudam a melhorar o posicionamento do seu site.

1.1.4. Imagens sem a alt tag

A tag alt text é um pequeno código HTML inserido nas imagens para fazer os motores de busca lerem as imagens que são inseridas em seu site. Sem acrescentar essas tags, as suas imagens não são indexadas para a palavra adequada.

Ela pode ser indexada como “IMG73873.jpg”, por exemplo, o que faz suas páginas perderem posições, caso tenham conquistado um bom ranqueamento.

1.1.5. Redirecionamento para links quebrados

Se o seu site tem conteúdos que contenham links errados ou para páginas que não existem mais, você estará afetando negativamente a experiência de navegação dos usuários e, consequentemente, suas posições no ranking do Google.

1.1.6. Conteúdos duplicados

Quando há páginas com diferentes links que levam a um mesmo conteúdo, caracteriza-se a duplicação. Isso, em excesso, faz com que o seu site seja punido pelo Google. Muitas dessas repetições podem ser resolvidas com redirecionamentos.

Enfim, se todos esses problemas de SEO são novidades para você ou são pouco trabalhados em seu site, então temos um bom motivo para reformulação. Afinal, continuar sem aparecer entre os primeiros resultados de pesquisa do Google não parece ser a opção mais saudável para os seus negócios, não é verdade?

2. “Responsivo” ou “mobile” são termos desconhecidos para você

Você já ouviu falar em design responsivo? Esse termo pode até ser desconhecido para você, e, a princípio, esse não é um problema tão sério. Grave mesmo é se o seu site não for otimizado para o uso em dispositivos móveis.

E é disso que se trata o design responsivo: fazer as páginas se tornarem amigáveis para os acessos via mobile. Isso significa realizar ajustes no layout, nos botões, no tamanho dos textos e em tudo que interferir na experiência de navegação dos usuários de celulares, smartphones e tablets.

Para saber se o seu site está adaptado para ser bem usado em dispositivos móveis, você pode acessá-lo por seu smartphone e verificar se há problemas com a navegação, como ter que deslizar o dedo na tela lateralmente ou ter que dar um zoom para enxergar o texto.

Se preferir, pode acessar o Teste de compatibilidade com dispositivos móveis disponibilizado gratuitamente pelo Google.

Sites com estruturas mais antigas ou com layouts que não se ajustam às telas menores sofrem com essas falhas. E isso pode representar um prejuízo significativo para os seus negócios.

2.1. As pessoas acessam mais a internet por celulares e smartphones

Essa afirmativa foi comprovada pelo Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2015, divulgada pelo IBGE em dezembro de 2016.

O levantamento mostrou que 92,8% dos domicílios brasileiros se conectaram à internet por meio do celular ou tablet. Os desktops tiveram um alcance de 70,1%. Entre as pessoas de 10 anos ou mais que acessaram a internet durante o período pesquisado, 88,1% se conectaram pelo celular ou tablet. Outra informação interessante é que o acesso à internet chegou até 57,5% da população brasileira. Esse dado representa um universo de 102,1 milhões de pessoas.

Tais números reforçam essa tendência do mobile predominar no gosto das pessoas que se conectam à internet. Afinal, a facilidade, a rapidez e a praticidade de poder acessar uma rede social, ler os seus e-mails e realizar as suas compras são qualidades únicas e muito valorizadas pelo público.

Agora, pense em como o seu negócio pode sair perdendo se as pessoas tiverem dificuldades de usar o seu site por smartphones ou tablets. E essa perda em potencial de consumo não se justifica apenas pelo amplo universo de clientes que se afastam por uma má experiência de navegação. O Google também pode prejudicá-lo. Entenda:

2.2. O Google passou a punir os sites não amigáveis ao mobile

Em 2015, o Google atualizou seus algoritmos para privilegiarem os sites que são ajustados para os dispositivos móveis.

Além disso, essa mudança passou a incluir o design responsivo como um dos principais fatores de SEO, principalmente para as buscas feitas em dispositivos móveis. Logo, se o seu site não for otimizado para o mobile, perderá posições no ranking.

Esse posicionamento do Google, que segue as tendências do mercado e as preferências dos seus usuários, restringe ainda mais o alcance e as oportunidades de negócios para as páginas não amigáveis aos smartphones e tablets.

Os demais problemas de SEO podem até ser resolvidos com modificações pontuais. No entanto, se o seu site não for adaptado aos dispositivos móveis (você pode ter certeza acessando o Teste de Compatibilidade do Google), uma reformulação é uma das soluções mais iminentes para diminuir a frustração de visitantes, do Google e da sua empresa.

3. Experiência do usuário pode — e deve — melhorar

Quando as pessoas acessam o seu site, elas conseguem cumprir seus objetivos com facilidade? Por exemplo: se um visitante acessa a home em busca da página de contatos, ele consegue encontrá-la sem ter que procurar muito? E se a intenção do visitante for adquirir um produto em sua loja virtual, o processo de compra não se torna arrastado?

Somente essas 2 questões já nos remetem a diversos elementos que compõem a experiência do usuário em um site, como simplicidade, usabilidade, arquitetura da informação, conteúdo e design de interação.

Como tudo isso pode parecer muito técnico, vamos tentar descomplicar as coisas. A experiência do usuário, também conhecida como user experience (UX), trabalha com esses e outros elementos para tornar o acesso e a navegação de um site mais intuitiva e agradável ao público. Trata-se de fazer os visitantes se sentirem no controle e conseguirem o que querem sem ter muito trabalho.

3.1. Os principais pontos de UX em um site

3.1.1. Velocidade de carregamento

A experiência de navegação começa quando um visitante tenta acessar o seu site. Cada segundo de demora para uma página ser aberta é significativo na escolha do usuário em esperar ou fechar a página. Portanto, opte por páginas menos carregadas de imagens pesadas, códigos e scripts.

O PageSpeed Insights é uma ferramenta do Google que pode ajudar bastante a identificar os pontos de lentidão e apontar o que fazer para resolver esses gargalos.

3.1.2. Acesso às informações

Esse ponto tem a ver com a facilidade de encontrar informações em suas páginas. Por exemplo: se um consumidor quiser encontrar um conteúdo específico em seu site, um campo de busca precisa estar disponível para que ele efetue a pesquisa e encontre o que deseja.

O mesmo vale para os menus do site, que devem expor os principais destinos dos seus visitantes, como as páginas de contato, blog, categorias de produtos etc.

3.1.3. Contexto de uso

Os sites que pensam no contexto em que seus visitantes acessam suas páginas são os que oferecem melhores experiências de uso. Por exemplo: você pode até preparar o site com algumas artes em flash se pensar nos usuários de desktops, mas certamente não está pensando nos usuários de dispositivos móveis, já que eles não conseguirão carregar o conteúdo.

Portanto, deve-se pensar nos contextos mais comuns de navegação para facilitar, ao máximo, a vida do público.

3.1.4. Design

Tratando-se de experiência do usuário, design tem muito mais a entregar do que somente beleza e identidade visual da marca. O papel do design, aqui, é proporcionar uma navegação fácil e intuitiva.

Por exemplo: destacar os botões de call to action (que são as chamadas para ação, como “cadastre-se”, “faça o download” e “finalize a compra”) dos demais elementos visuais, posicionar o menu e o campo de busca na parte superior do site, não exagerar nos pop-ups e banners promocionais etc.

3.1.5. Falta de testes

Se você já ouviu falar de testes A/B, então estamos no caminho certo. Essa prática consiste em experimentar 2 ou mais variáveis de uma mesma página para entender qual possui uma maior aceitação do público, ou seja, qual obteve um melhor desempenho (maior tráfego, conversões, menor taxa de rejeição etc.).

Os testes são as ferramentas mais úteis para colocar a UX do seu site em prática, pois eles avaliam, diretamente, as preferências dos usuários.

Por exemplo: você testa um campo de pesquisa interna posicionado ao lado do menu principal e outro abaixo do menu. Ao final do experimento, o 2º modelo foi o mais usado pelos visitantes. Logo, a opção vencedora vai seguir os padrões comportamentais dos usuários.

Se esses 5 pontos levantados preocupam em seu site, então é mais um motivo para pensar em refazer suas páginas. Como as mudanças baseadas em experiência do usuário são mais complexas, elas demandam mais um apoio especializado para reformar o seu site.

4. O seu site nunca gerou vendas

O seu site foi planejado para ser um motor alternativo de vendas para a sua empresa? Se a resposta for “sim”, os resultados têm sido satisfatórios? Se a resposta for “não”, então você precisa acompanhar as dicas deste tópico.

O site é uma ferramenta de marketing digital assim como as redes sociais e o e-mail marketing. Por mais que você o imagine como um canal para tirar dúvidas do público, publicar conteúdos, exibir seu portfólio ou expor as informações da empresa, não dá para negar que suas vendas poderiam ser efetuadas ou originadas dali.

O problema é quando nem isso ocorre, ou seja, quando o seu site somente gera despesas e não ajuda nem com a formação de novos leads.

Bem, se o seu website não tem sido a máquina de vendas que você esperava, então é bom ficar de olho nas questões que faremos a seguir:

4.1. O seu site possui formulários de contato e de coleta de dados?

Ter um campo para o visitante preencher com seus dados é bom por 2 motivos: primeiramente, porque abre um canal direto para as pessoas entrarem em contato com a sua empresa e iniciarem uma possível negociação. O outro porque você pode coletar informações estratégicas do público, como nome e e-mail.

Essas informações podem ser usadas para manter um contato contínuo com os visitantes, desde que haja permissão deles. Isso pode ajudar a gerar mais leads e a aumentar o interesse em suas ofertas.

4.2. As informações sobre suas ofertas estão bem detalhadas?

Uma parte dos visitantes pode chegar em seu site interessada em conhecer mais sobre seus produtos e serviços, até mesmo para confirmar um desejo de compra. O problema é quando ele acessa a página da oferta e percebe que há informações importantes faltando.

Por exemplo: se você trabalha com móveis para escritório e expõe seus produtos no site, o público deve ser informado de todos os principais detalhes das ofertas, como o material de base, revestimento, medidas, pesos, custo e prazo do frete (caso a venda seja feita on-line) etc.

4.3. Os meios de pagamento são um problema para os consumidores?

Muitas vezes, o que pode travar as vendas em seu site é a falta de variedade nas opções de pagamento. É frustrante para um consumidor gostar de um produto, mas não poder comprá-lo por não haver, por exemplo, a opção de compra por uma determinada bandeira de cartão ou por boleto bancário.

Quanto mais o leque de opções de pagamento for aberto, mais o público se sentirá à vontade para comprar.

4.4. O seu site é um ambiente seguro para navegação e compras?

A internet ainda não desperta a mesma confiança e a segurança de uma compra em loja física. Infelizmente, ainda existem inúmeras queixas de fraudes e roubos de dados cadastrais, especialmente envolvendo as lojas menos conhecidas.

Portanto, se você quer consolidar a imagem da sua empresa no mercado virtual, é importante escancarar suas credenciais de segurança. Certificados e selos de proteção de dados são fundamentais para mostrar para os visitantes que eles estão em um ambiente seguro. Dessa maneira, as compras poderão ser feitas sem maiores preocupações e sua marca agrega mais credibilidade.

Pode parecer que fazer do seu site um ambiente favorável às vendas não exija uma reformulação muito profunda, mas serão necessários ajustes que mexerão na estrutura das páginas.

Dar uma cara nova ao seu site vai fazer com que os visitantes, que outrora se frustraram com uma má experiência de consumo, enxerguem novas possibilidades de negócio.

5. Você precisa aumentar a visibilidade da sua marca

Além de gerar vendas, uma função importante dos sites é trazer mais visibilidade para as suas respectivas marcas. Afinal de contas, trata-se de um canal que deveria expandir o alcance da empresa, fazendo ela ter contato com mais consumidores locais e, principalmente, de outras regiões.

O problema das empresas que não conseguem ganhar popularidade na internet é que muitas delas acreditam que basta colocar um site no ar para que sua presença digital esteja montada. Esse é apenas o 1º passo em uma longa escalada para aumentar sua visibilidade.

A seguir, você vai conferir uma série de atitudes que ajudam as marcas a se tornarem mais conhecidas na internet. Se a maioria delas for estranha para você ou não for muito praticada em seu site, então é hora de pensar em mudanças. Vamos às estratégias:

5.1. Criação de um blog e produção de conteúdo

Ter um blog e desenvolver bons conteúdos para esse canal gera, de fato, mais visibilidade para as empresas. Para você ter uma ideia, a pesquisa Content Trends 2016, da Rock Content, mostrou que as organizações que publicam conteúdo em blog têm 3,7 vezes mais visitas em seus sites.

Mas o que pode ser postado em um blog? Então, vamos supor que você tenha uma agência de viagens. No blog, poderiam ser abordados assuntos como roteiros de viagem para diferentes públicos, guias com destinos pouco conhecidos, dicas de segurança para a viagem. Enfim, temas que estão relacionados ao seu negócio e, mais importante, de interesse do seu público.

Um bom artigo, vídeo, podcast ou infográfico para um blog deve unir qualidade nas informações e relevância para os leitores.

5.2. Integração com as redes sociais

Um site e um blog não sobrevivem sem o apoio das mídias sociais. Por isso, é sempre bom oferecer, ao público, opções de compartilhamento de posts para as suas redes sociais.

Também não se deve esquecer de divulgar, no site, as suas páginas no Facebook, Twitter, Instagram e nas demais redes. A ideia é usar essas plataformas para estender a comunicação do site e aprofundar o relacionamento com a audiência.

Pode parecer algo simples, mas, ao manter diálogos frequentes com seus seguidores, você aumenta as chances de ver sua marca e suas respectivas ofertas e conteúdos sendo mencionados, comentados e compartilhados pelas pessoas.

5.3. Investimento em links patrocinados

Outro apoio para impulsionar o seu site vem das campanhas de anúncios. Plataformas como o Google AdWords são importantes em uma fase inicial de divulgação, quando os ajustes de SEO, o marketing nas redes sociais e os conteúdos do blog ainda não surtiram o efeito esperado.

Os links patrocinados são bons em gerar retorno em curto prazo e em alavancar os resultados de promoções mais pontuais.

Você pode até pensar que bastaria manter o seu site atual e utilizar os anúncios que as vendas e as visitas viriam da mesma forma, não é verdade? Mas as coisas não são bem assim.

Se as suas páginas não estiverem bem estruturadas e preparadas para receberem os visitantes e os possíveis clientes, seu dinheiro será desperdiçado. Afinal, os anúncios apenas ajudam a levar o público até as ofertas e conteúdos, mas as conversões não acontecerão se a experiência do usuário for ruim.

Se você se identificou com todos ou com a maioria dos sinais apresentados ao longo deste texto, é preciso fazer uma reforma profunda em seu site. Não se trata de começar do 0, mas sim de trazer uma estrutura capaz de atender a todos os requisitos de qualidade.

Não dá mais para desperdiçar tempo e dinheiro em um website que não aparece nos primeiros resultados do Google, que não está adequado ao uso pelo mobile, que entrega uma má experiência de usuário, que não traz visibilidade e, pior, que não gera vendas.

Sabemos que tantas mudanças são difíceis de serem implementadas dessa maneira. Por isso, considere a contratação de uma agência que atue na criação de sites e que consiga fazer dele uma máquina para gerar leads e clientes para o seu negócio.

Mais do que refazer o site da empresa, é importante conhecer as estratégias para promover suas ofertas. Por isso, indicamos a leitura do post “Como o marketing digital pode aumentar as suas vendas?“.

Erik Willian

Fundou a Digital Pixel em 2010, nascido em Belo Horizonte / MG, é experiente tanto na área de desenvolvimento como nas atividades de planejamento, atendimento. Atualmente é o responsável, na Digital Pixel pelo setor comercial e planejamento. Trabalhando com prospecção e adquisição de novas parcerias/clientes para a empresa. Participa ativamente dos projetos da empresa, e esteve presente desde a pré-contratação à entrega em mais de 1000 projetos web de diversos seguimentos.

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